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    Só quero fazer algumas notas mentais dos meus primeiros dias de férias. Todo ano eu espero por dezembro, não só pela vinda do bom velhinho e presentes, mas por causa de um bom tempo fora da rotina habitual, mesmo gostando de meus colegas de faculdade, vê-los só de vez em quando e fora dos tijolinhos da UNIVALI é algo muito saboroso. Porém esse ano acho que em minha primeira semana de férias eu me transformei em uma pessoa muito chata! Não sei bem o porque, mas tudo bem, logo deve passar. Essa é a primeira nota mental.

      A segunda é que várias coisas podem dar errado em uma noite, diferente do que você tinha planejado, mas nada que boa companhia e um pouco de alegria engarrafada não resolvam. Resumindo, o importante não é como a noite começa, mas sim como ela termina. (Não que eu tenho levado 19 anos para perceber isso, só que outro exemplo apareceu pra mim).

      3° – soco em ponta de faca dói e não traz bons resultados.

      Em quarto é que em novembro você já deve procurar saber em que dia será o carnaval do ano seguinte, isso lhe poupará de muito transtorno em dezembro, janeiro…

       Nada como um bom banho de mar para refrescar ou um bom filme que você já viu mil vezes para uma tarde sem ter o que fazer. 

(agora só para constar, espero que o Pedro Bial não queira me processar achando que isso é uma imitação barata de “Filtro Solar”, adoro a música, só não me acho bom o bastante fazer isso. E nem quero, gosto de ser criativo!)

Lenha Negra

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     Toda quarta feira de manhã eu tenho minha penitência por ter reprovado em uma matéria da facul, então tenho que estudar de manhã e a noite, mas tudo bem porque isso acabou essa semana. Só que nessa última quarta o castigo foi mais profundo. Eu peguei minha querida praiana rumo a Itajaí quando sento do lado de um cara que deveria ter uns 30 e poucos anos, moreno, com um bonezinho de pedreiro e uma camiseta do Criciúma. No segundo ponto que o ônibus parou ele já olhou pra uma menina, (que eu admito que era bem gata), e fala pra mim “olha que delicia!”, eu com medo de apanhar e no “piloto automático” porque era muito cedo só concordei. Pra que?!?!?!     

O cara era o mais tarado, ficou só falando de mulher. Ainda eram os piores comentários, tipo “essas magrinhas são uma delícia, e ainda agüentam hein”. Ou pior “toda loira gosta de um negão, elas gostam de ver a lenha preta entrando”, PORRA a vagina da mulher viro fornalha agora pro cara falar isso?! E ele ainda vem ficar me contando que ele tinha uma loira que fazia de tudo pra ele. E eu nesse meio de comentários todos só concordando!    

Finalmente no meio do caminho ele pegou no sono pois tinha ficado a noite inteira na Internet, isso enquanto “trabalhava”. Advinha o que ele fica fazendo na Internet…Em bate-papo da UOL procurando mulher! E pergunto se eu não fazia isso também. Bom, se alguém entrar nesses bate-papos ainda, cuidado com um moreno, forte de Balneário Camboriú, pode ser ele!

Chato né…

Faz mais de um mês que eu não escrevo aqui no blog. Bom na verdade eu não tenho feito coisas para me inspirar muito a ponto de querer contar para todo mundo. Pode parar de ter pena de mim (até parece que alguém sentiu pena mesmo), eu tenho sim saído de casa, saindo com os amigos para me divertir, até mais do que o normal. Porém nada que de a tal da inspiração.

 Então vamos transformar a falta de inspiração em assunto, por que não?!

  Ontem por exemplo eu sai com meus amigos da faculdade, foi divertido, menos os últimos 15 minutos, que não vem ao caso, mas a noite no geral foi bem legal. O ponto marcante foi sair com meu amigo de infância Hugo Gabriel, faz uns 10 anos que eu conheço ele e nunca tínhamos saído pra beber e se divertir desse jeito, foi bem legal e já queremos repetir na semana que vem.

 Hoje por exemplo esse post é a prova da minha falta de inspiração, eu estou achando chato e pensando em algo legal pra escrever até o fim dele, mas acho que vai ser difícil.  

Eu admito, na minha infância eu era um idiota, um loser, mas sempre me diverti do meu jeito. Acho que por isso que tenho tanta saudade da infância. Provavelmente eu me divertiria muito mais naquela época se tivesse a cabeça que eu tenho hoje. Não teria me preocupado tanto com o colégio e o que os professores falavam, não usaria um cabelinho ridículo pro lado, teria feito a barba mais cedo, resumindo teria feito várias coisas diferente. Porém ainda tenho saudades daquele menino certinho. (será que melhorei um pouco esse post?!)

 To com muito sono, amanhã tento escrever algo mais atrativo…

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                                                      LEIA ATÉ O FINAL! 

Esse sábado eu fui numa igreja evangélica, que eu não posso falar que é a Vida Nova aqui de BC, mas calma, eu não sou nenhum fanático, pra falar a verdade nem gosto de igreja seja ela qual for. Eu fui nesse sábado por que tinha prometido pra um amigo meu que freqüenta essa igreja, freqüenta até demais, que eu iria com ele no primeiro fim de semana que eu pudesse caminhar. 

Se eu prometi tinha que ir, não podia dar desculpa. Sábado é dia de rede de jovens, logo só tinha adolescentes na igreja. O primeiro sinal de que não daria muito certo foi que chegando lá um pia que foi me cumprimentar me deu um tapa bem em cima da minha tatuagem nova, péssimo sinal. Além do meu amigo da igreja eu levei mais dois que não vão à igreja pra me acompanhar e ajudar a sair correndo qualquer coisa. Sentamos logo atrás de um grupo de meninas, o que eu esperava que salva-se minha noite, mas não foi bem assim. A banda começou a tocar suas música que até tem um ritmo legal de se escutar, chique eram os telões atrás da banda passando eles mesmos. 

Todo esse papo furado foi só uma introdução para contar o real motivo deste post, a banda tocou umas quatro ou cinco músicas, então aparece um baixinho gordinho no palco, com uma camiseta vermelha e uma cruz branca no meio, parecia um salva-vidas de praia, aposentado e fora de forma lógico. Ele veio acompanhado de uma mulher, que logo descobriríamos que era o pastor e sua esposa, eles começaram falando sobre como foi ficar quinze dias longe da igreja, como se eu e meus outros dois amigos soubéssemos disso. Foi então que começou o desastre do culto, eles falaram que estavam numa igreja na Suíça, que no primeiro momento eu achei que fosse a rua Suíça que tem aqui em Balneário, mas eles contando sobre a viagem, era a Suíça chique na Europa mesmo. 

Eles contando sobre a Suíça, que eles foram com o dinheiro da igreja, doado pelo povo, esse mesmo povo que provavelmente nunca terá a oportunidade de ir para Suíça ver com seus próprios olhos as maravilhas do primeiro mundo. Quer dizer, eles falaram que lá o governo da drogas para quem quiser, por isso não existem assaltos ou trafico de drogas, que o governo da moradia para os necessitados, comida e um salário (não sei se isso é realmente tudo verdade), só que eles falaram que isso não importava, pois lá eles não tinham Deus no coração, e que aqui era muito melhor, pois mesmo com todos os problemas nós tínhamos Deus (o problema que as características que eles deram pra quem tem Deus no coração na verdade foram as características do povo brasileiro em geral). 

Depois da primeira bola fora (acho que todo mundo concorda que o jeito do povo brasileiro misturado com a estrutura da Suíça sim seria um bom negócio para todos nós). O pastor conseguiu falar mais besteiras, tipo, que é difícil ministrar para quem tem tudo como na Suíça, que ministrar pra pobre era fácil, era só falar que Deus lhe daria o que ele precisa, mas para quem tem tudo não é bem assim. Traduzindo, vamos comprar nossos fiéis dizendo que suas necessidades serão sanadas se eles vierem à nossa igreja. 

Logo depois desse discurso eles falaram que todos deveriam dar sua contribuição (acho que eles pretendem ter férias nos EUA, ou quem sabe um safári na África). Nesse momento nós nos retiramos da “igreja”. E depois ainda tem coragem de me perguntar o por que eu tenho algo contra igrejas.

Dedos Mágicos

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Eu faço faculdade de jornalismo, muito de meus colegas e professores elogiam aqueles grande escritores que escrevem dificil e nem todo mundo consegue compreender o que está no pepel, e não estou falando de analfabetos.

Não gosto desse tipo de leitura, na verdade acho que essas pessoas que escrevem desse jeito todo complicado na verdade só querem aparecer, não pensam em seus leitores, não querem passar seus conhecimentos adiante. se eu quisesse ler palavras dificeis eu pegava um dicionário e começava a ler!

Para mim bons escritores de verdade são aqueles que com poucas palavras fazem valer mais do que uma imagem, que nos emociona com um texto que não tem nada demais. Hoje eu li a carta que o apresentador Luciano Hulk escreveu em desabafo após ser assaltado em São Paulo, é uma carta curta, só um pouco mais longa que este post, com palavras simples Luciano expressa toda sua indignação e vergonha. Com poucos paragrafos que qualquer pessoa semi analfabeta consegue ler Hulk consegue emocionar e fazer com que seus leitores parem para pensar um pouco.

Após ler esses textos é que percebo quais são os verdadeiros bons escritores. Quem sabe quando eu crescer chego a ser um Luciano Hulk…ou melhor!

Olha só que azar!

Eu sou um cara supersticioso, admito que isso não é a coisa mais inteligente, mas tudo bem. Não tenho aquelas manias de gato preto, pé de coelho, desse estilo só escada que não me deixa muito à vontade, mas isso também só porque me da um frio na barriga toda vez que passo embaixo de alguma escada.

 

O que me dá sérios problemas são coisas como peças de roupa que dão sorte ou lugares, tipo camiseta da sorte ou então um lugar no sofá. Já deixei de usar uma camiseta que eu achava que me dava azar. Também já mudei de lugar no meio de um jogo de futebol porque meu time tomou gol.

 

Agora o grande vilão na minha vida é o número 13, eu já nasci em um dia 13, e ele sempre me trouxe boa sorte. Sempre que apostei na mega sena saia o número 13, sempre que pratiquei algum esporte e usava a camiseta com o número 13 eu ia bem. Ele me deixa nervoso até, só que sempre dá certo.

 

Esses tipos de superstições são o tipo de coisa que a parte inteligente do meu cérebro (sim, pode não parecer, mas eu tenho uma parte inteligente no meu cérebro), diz que é besteira e que não devo acreditar nisso, o grande problema é que tem todo um corpo burro que teima em acreditar.

 

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Bom, já faz muito tempo que eu não escrevo aqui, o que seria o grande motivo para isso é porque eu machuquei meu tornozelo jogando basquete e não saio de casa para nada além de ir na faculdade, isso me deixou sem assunto e sem muita vontade de escrever. Agora com o pé melhor, acho que mesmo não sendo muito interessante tenho que falar sobre essas semanas em que fiquei de molho em casa e perneta pela rua.

Vocês não devem ter noção do poder que dá andar de muletas na rua, as pessoas te dão a vez para tudo, todo lugar onde você chega e os bancos estão lotados alguém sempre levanta para lhe ceder o lugar. Porém também tem pessoas que não estão nem ai e ainda te olham com cara feia, como se você tivesse culpa de alguma coisa. Um dia no ônibus de volta da faculdade eu sem poder colocar meu pé no chão, enquanto eu estava ali me equilibrando em uma muleta na mão direita e segurando no ferro do ônibus com a esquerda, quase caindo a todo o momento (ainda bem que meu amigo Renan me ajudou levando a outra muleta), na minha frente tinham duas meninas conversando sobre como tinha sido seu fim de semana e com quem cada uma tinha ficado. Resumindo, enquanto eu estava me matando para não cair no ônibus as duas estavam vendo qual era a vagabunda que deu mais no fim de semana! (desculpem minha “boca suja”, mas ainda fico indignado com isso, fora que você não pode querer muita coisa de um blog chamado falando merda).

Espero que ainda não demore muito para poder voltar a caminhar e poder escrever sobre coisas mais interessantes aqui. Por que o nome pode ser falando merda, mas não é por isso que esse blog tem que ser uma bosta!

            Você já percebeu que aquele dia em que você esta meio para baixo, triste mesmo, parece que o mundo inteiro conspira para ficar feliz! Daí além de triste você fica puto da cara por causa disso. Bom se isso não acontece com você eu acho que sou o único azarado então…

            Não que eu esteja trágico hoje, até estou feliz porque ainda tinha uma lata de smirnoff ice na geladeira, que eu acabei de beber, mas você também como a felicidade exagerada dos outros acaba te atrapalhando?! Também acho que eu sou normal nesse ponto. Por exemplo, você está no meio de um grupo de pessoas, uma delas solta aquela piada mais idiota impossível, quer dizer, as pessoas do grupo conseguem ser mais idiota e se matam de rir com a piada e só você com aquela cara de bunda se perguntando, “ta e a graça vem quando?”. Vamos, em algum ponto você tem que concordar comigo, ou daqui a pouco o anormal será você!

            Uma das minhas alegrias é tirar sarro das coisas idiotas que as pessoas falam, eu sei que isso é meio idiota também, mas como devem tirar sarro das merdas que eu falo, então porque não fazê-lo também…Até mesmo porque tem pessoas que pedem para que você tire sarro delas, é como uma mensagem subliminar nas suas frases perdidas, acho que elas são como aqueles discos velhos, se você gravar o que elas falam e passar ao contrario deve aparecer algo do gênero, “vamos, eu estou falando besteiras, por favor, tire sarro de mim, tire sarro de mim, TIRE SARRO DE MIM!”.

            Fala a verdade, se agora você não concorda com nada que está escrito aqui, repare bem de agora em diante, daqui algum tempo volte a ler este post e verá como em algum ponto eu tenho razão…

Psicólogos

          Não sei se todo mundo já escutou a frase que cachaça é psicólogo de pobre, bom pra quem nunca tinha ouvido ta aí, tem até a comunidade no orkut. Daí me veio um pensamento para esse post, se cachaça é psicólogo de pobre os blogs hoje em dia viraram psicólogo de internauta, quantas vezes você já se deparou com algum blog que não fala nada além dos problemas pessoais do dono. Se você for ler os comentários ainda vai se encontrar só com conselhos assim como faria um psicólogo de verdade.

            No fundo isso me deixa muito feliz, pois mesmo tendo pensado em fazer faculdade de psicologia, acho que a necessidade de um na vida das pessoas é muito pequena. Porém fico ainda mais feliz que se hoje em dia os adolescentes utilizam os blogs para poder contar seus problemas, imagino que quando eu tiver meus filhos eles certamente não irão precisar de um psicólogo e eu pouparei muito dinheiro.

            Acho que já que eu não fiz faculdade de psicologia, vou realizar minha vontade de dar conselhos via Internet, já tem gente usando blogs pra essa babaquice quem sabe não é no mundo virtual que nós vamos começar a realizar sonhos.

             Você parou um minuto para pensar se o que eu escrevi no parágrafo de cima é uma realidade?! Sim! Ah, então desligue esse computador agora e vá viver um pouco no mundo real, aproveita e passa em um psicólogo de verdade, pois é justamente para pessoas como você que eles servem. Mas primeiro delete aquele blog em que você escreve como um emo só reclamando, será o primeiro passo para melhorar a sua vida.

A antipatia alheia

Por esses dias eu tiver que ficar três longas e insuportáveis horas na cidade de Blumenau, até tenho alguns amigos lá, que talvez virem ex-amigos depois desse texto, mas tudo bem, por que é minha opinião sobre o povo em geral de lá e não de cada um em si.         Além de serem muito antipáticos, já tendo até fama por isso, eles têm uma mentalidade de cidade pequena do interior, porém eles se acham pessoas de uma cidade grande. Ou pior que isso, parece até que pensam estar na Europa! Quem pode ser ridículo a ponto de achar que está na Europa mesmo no meio de um país pobre como o Brasil?!         Pode não parecer, mas tem outro povo assim, e por coincidência eu estava logo vindo dessa cidade quando parei em Blumenau. A cidade no caso é Curitiba, onde moram praticamente todos meus parentes. Bom se você já ouviu falar de Curitiba (se não ouviu falar você provavelmente não assiste ou lê jornais, mas não está perdendo muita coisa), ela é constantemente comparada com uma cidade de primeiro mundo.         Para falar a verdade meus pés nunca chegaram nem perto de uma cidade de primeiro mundo para poder comparar, mas acho que não é como Curitiba, onde você não sai a pé na rua depois que escurece, ou que é suja e tem um trânsito desorganizado. Voltando a idéia inicial desse post, os curitibanos são MUITO antipáticos, se você vai a um shopping só vai encontrar o mesmo biótipo de pessoas e isso ocorre em todas as partes da cidade.         Por isso eu dou graças a Deus por morar numa cidade pequena do litoral, onde no mínimo as pessoas tem uma simpatia falsa para atraírem turistas!

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